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Cidades

Natal ganha lei para combater violência e abuso sexual de crianças nas redes sociais; entenda o plano

Legislação transforma o combate ao aliciamento e exploração sexual de crianças nas redes sociais em política pública nas escolas de Natal  |  Reprodução/Magnific

Publicado em 02/06/2026, às 11h35   Reprodução/Magnific   Malu Machado

O prefeito de Natal, Paulinho Freire, sancionou a lei que institui o Programa Municipal de Prevenção à Violência Sexual nas Redes Sociais contra Crianças e Adolescentes. 

A nova legislação, de autoria da vereadora Samanda Alves (PT), transforma em política pública permanente o combate ao aliciamento, abuso e exploração sexual infantojuvenil no ambiente virtual.

A iniciativa será desenvolvida de forma obrigatória nas escolas da rede pública municipal de ensino. Ela responde ao sinal de alerta emitido por educadores e autoridades diante do crescimento de crimes virtuais praticados contra menores através de aplicativos de mensagens e redes sociais.

O que muda na prática com a nova lei?

O programa estabelece um conjunto de ações integradas para criar uma rede de proteção entre a escola e a comunidade escolar:

Jornada de conscientização no calendário oficial

Além das ações contínuas, a lei cria oficialmente a Jornada Municipal de Educação Digital Segura.

O evento passará a integrar o calendário de Natal e será realizado anualmente, preferencialmente no mês de maio (período que nacionalmente já debate o combate à exploração sexual infantil), promovendo palestras, debates e oficinas de uso responsável da internet.

De autoria da vereadora Samanda Alves, program prevê capacitação de educadores, orientação a pais e a criação da Jornada de Educação Digital Segura. Foto: Divulgação
A internet trouxe inúmeras possibilidades, mas também novos riscos para nossas crianças e adolescentes. O poder público precisa acompanhar essa realidade. Com essa lei, Natal dá um passo importante na proteção da infância, fortalecendo a prevenção, a informação e a capacidade das escolas de identificar e enfrentar situações de violência no ambiente digital. Proteger nossas crianças também significa protegê-las no mundo digital”, defendeu a vereadora Samanda Alves.

Classificação Indicativa: Livre


TagsEducação DigitalViolência virtualExploração sexual infantojuvenil