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Cidades

Mãe é abordada pelo conselho tutelar e desafia juiz; veja o vídeo

A mãe defende sua autoridade ao disciplinar a filha, enquanto o Conselho Tutelar questiona a adequação de suas ações, gerando divisões de opinião.  |  Imagem: Reprodução

Publicado em 25/01/2026, às 11h13   Imagem: Reprodução   Mayane Lins

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Um episódio envolvendo uma mãe e o Conselho Tutelar provocou forte repercussão nas redes sociais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre os limites da autoridade dos pais e o papel do Estado na proteção de crianças e adolescentes.

De acordo com relatos que circularam nas redes, a mulher foi abordada por conselheiros tutelares após disciplinar a filha de 12 anos, que estaria no meio da rua. Durante a abordagem, a mãe reagiu de forma ríspida, confrontou os conselheiros e questionou a atuação do órgão, afirmando que quem manda na filha é ela.

No relato divulgado, a mulher diz que a menina tentou agredi-la e que estaria combinando de sair com “amiguinhos”. Diante da orientação do Conselho Tutelar de que agressões físicas não são uma forma adequada de disciplina, a mãe rebateu, questionando se a alternativa seria permitir que a filha “saísse e virasse ladrona”.

Ainda durante o desabafo, a mulher direcionou críticas à Justiça, afirmando que juízes deveriam se preocupar em cobrar pessoas que devem à Justiça. Segundo ela, quando crianças e adolescentes “se perdem”, o Estado não oferece apoio suficiente e, mais tarde, apenas atua para prender.

A postura da mãe dividiu opiniões entre internautas. Parte dos comentários defendeu o direito dos pais de educar e impor limites aos filhos, alegando que a autoridade familiar vem sendo enfraquecida. Outros usuários destacaram que o Conselho Tutelar atua dentro do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com a função de proteger menores em situações de risco e orientar famílias.

O caso trouxe à tona discussões sobre até onde vai a autonomia dos pais na educação dos filhos, quais são os limites legais da disciplina e qual deve ser o papel do Estado na mediação de conflitos familiares envolvendo crianças e adolescentes.

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