Cidades
Publicado em 30/10/2025, às 08h48 Foto: Reprodução/ TSE. Sammara Bezerra
Três prefeitos do Rio Grande do Norte declararam à Justiça Eleitoral não possuir nenhum bem em seus nomes, o que tem gerado debate sobre transparência e credibilidade na vida pública.
Os gestores são Hudson Matias, de Galinhos; Jeferson Santos, de Ipanguaçu; e Raquel Oliveira, de Alto do Rodrigues. ⬇️(Veja quem são na imagem abaixo).
A informação consta nas declarações de bens enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e chama atenção por se tratar de uma situação pouco comum entre chefes do Executivo municipal, que recebem salários mensais e administram orçamentos públicos significativos.
A ausência de patrimônio declarado por parte dos prefeitos levanta questionamentos sobre a coerência entre suas condições financeiras e o cargo que exercem.
Especialistas apontam que, embora não seja ilegal declarar ausência de bens, o fato pode indicar inconsistências ou falta de transparência nas informações prestadas.
O caso reacende a discussão sobre o papel da Justiça Eleitoral e dos órgãos de controle na fiscalização das declarações patrimoniais de agentes públicos. A cada eleição, candidatos são obrigados a apresentar sua relação de bens ao TSE, que serve como um instrumento de acompanhamento e transparência para a sociedade.
A situação dos três prefeitos potiguares, portanto, abre espaço para um debate mais amplo sobre ética, responsabilidade e transparência na administração pública — temas que seguem no centro das discussões políticas do Estado.