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Cidades

Bancários criticam mudanças no Banco do Brasil e apontam riscos aos trabalhadores

Reestruturação do Banco do Brasil é marcada por insegurança e adoecimento dos empregados, segundo o sindicato  |  Reprodução/Internet/ Gilberto Salomao

Publicado em 27/03/2026, às 16h05 - Atualizado às 16h30   Reprodução/Internet/ Gilberto Salomao   Elí Bernardo

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O Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norterealizou nesta semana um ato para denunciar os impactos da reestruturação implementada pelo Banco do Brasil, que tem provocado insegurança e pressão sobre trabalhadores e trabalhadoras da instituição. A manifestação ocorreu na agência da Avenida Rio Branco, na Cidade Alta. 

Segundo o sindicato, as mudanças do banco envolvem alterações em cargos, comissionamentos e movimentações internas, afetando diretamente a vida funcional dos empregados.

O coordenador do sindicato, Alexandre Cândido, afirmou que o banco tem pressionado empregados a solicitar transferência em um prazo de apenas 48 horas, sob ameaça de remoção forçada de funcionários considerados excedentes em Natal.

Já vimos esse filme nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Bolsonaro. Agora, no governo de Lula, a mesma história volta a se repetir”, criticou Alexandre Cândido.

A entidade sindical ainda rebateu dizendo que não aceitará redução salarial, coerção, assédio, ameaças veladas, transferências arbitrárias ou qualquer prática que viole o princípio da voluntariedade dos trabalhadores. 

A entidade também ressaltou que não concorda com o modelo de reestruturação que o Banco do Brasil vem promovendo nos últimos anos, marcado por insegurança, pressão psicológica, adoecimento e prejuízos à vida funcional dos empregados.

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